A calcinha

-Hummm... vai usar qual? Essa ai? Essa preta... sim, essa! Deixa eu ver!
Ela joga a calcinha. Estava enrolada na toalha, em pé entre a cômoda e a cama. Tinha acabado de sair do banho.
Ele, nu, deitado na cama. Pega a calcinha. E com um sorriso maroto a veste, num impulso de travessura. Veste e ri. E senta na cama, aguardando a atitude de sua parceira.
Dentro dela, um tesão instantâneo, crescente e inexplicável. E os olhos vidrados na minúscula calcinha preta.
Avançou para ele numa posição de devotamento. Passou a cara por seu membro, já ereto. Passava sua boca por cima da calcinha, mordiscava... passava também os olhos, as bochechas, massageando cada espaço de seu rosto... tirou-o duro, da calcinha, e enfiou todo na boca, gulosamente, o mais profundo que podia.
Ele soltou um gemido, com um sorriso no canto da boca.
- Sou seu. Faça o que quiser.
Ela o chupou o quanto podia. Lambia, mordia, descia e subia, e descia novamente tentando tocar com a língua as partes mais escondidas... sempre olhando em seus olhos e percebendo seu prazer. Ninguém o faria assim como ela.
- Vire de costas.
Ordenou e ele obedeceu.
- Sim, sou seu.
E ficou de quatro, mostrando o fio fino da calcinha, que dividia sua bunda; num ato de entrega total, sem medos, sem tabu, sem escrúpulos... comprovando a cumplicidade que lhes era peculiar, aumentando assim, ainda mais, o tesão dela.
- Hoje sou eu que vou te comer.
Passava a língua em sua bunda, em seu cú. Lambia e mordia. Não era necessário ali que ele a tocasse, ou a beijasse, ou fizesse qualquer ação com a intenção de lhe provocar prazer... sua excitação era cada vez mais visível. Passou os dedos em si mesma, molhando-os com seu tesão e, num ímpeto, enfiou os dedos nele.
- Tá gostoso tá?
Ele afirmou entre sussurros e gemidos. Seu corpo contorcia.
Enfiou-lhe mais um dedo.
- Vou te comer todinho.
Falou, impetuosa, retirando os dedos.
- Vou fazer com você, o que você faz comigo. Quero ver se você vai aguentar.
Levantou, e com ele ainda de quatro, esfregou a vulva em sua bunda; esfregava e puxava seus cabelos com toda força que podia.
- "Toma"!
E seguiu com movimentos de vai e vem... tentando desesperadamente penetrá-lo com seu minúsculo pênis... imitando o homem em seu ato de comer a mulher.
Esfregou-se até gozar.
Ele então retomou seu lugar de macho... e penetrou-lhe da forma mais doce e carinhosa...
Deitaram-se abraçados, suados, rindo e se amando ainda mais.

11 comentários:

Frida Cores disse...

adorei o comentário de uma pessoa (via msn)ao ler esse conto: "Com todo respeito, não tem como não ter vontade de te comer"... rs

Isa Lorena disse...

Ai meu Deus.. preciso ir alí no banheiro...

Frida Cores disse...

ah esse conto, e esse vinho me tomando as extremidades...

Ana F. disse...

Nossa...
Foi só eu que achei este conto fofo?!

Alexandre Amaral disse...

Meu Deus Carol...Efeitos colaterais sérios se apresentam por essas bandas aqui...Deu tesão...Muito bom
Bjs

Ítalo Mazoni disse...

Gostei muito do seu conto, ele me prendeu... Gosto também do modo como vc usa as falas

Victor Gally disse...

Conseguiu deixar-me ereto por um instante, numa atenção e vontade de devorar o conto até o fim. Muito bom

Paulo Bono disse...

romântico.

abraço

Anônimo disse...

Muito lindo! E de dar água na boca!!!! rsrs

célia mota disse...

Cumplicidade, é isso! Como se os 2 ocupassem o mesmo corpo.
Seu conto me manteve colada na tela do início ao fim! Qdo puder, se puder, visite meu blog e comente! Será um prazer que uma pessoa tão boa com as palavras leia o que tenho produzido.
celiamota.blogspot.com

Srta. M. disse...

Muito muito bom. Fiquei orvalhada...ehehhhe