- Você é uma pimenta.
- Eu? Só se for uma pimenta bem vermelha...
- É sim... E bem gostosa.
- hum...heim amor?Vamos botar pimenta?
- Onde filha?
- Na minha buceta, caralho!
- Na bucetinha?
- É...
...
- Heim amor? Seu pau entrando todo e ardendo gostoso...
- Será que arde muito?
- Não sei... Vamos fazer, vamos...
- Eu aqui longe e vc me dizendo essa coisas...
- Ah.. que vontade de te comer, amor..
- É... Eu também tô morrendo de saudade de fazer amor com vc...
- Eu adoro quando vc goza gritando...
- Eu também gosto de fazer vc gozar...
- Ai, eu queria gozar na sua boca agora...
- Amor...
- Oi...
- Você é uma pimenta...
Três perdidos numa noite suja
Haviam bebido mais que o normal. Vodca com guaraná, cerveja e vinho. A noite ditava os escuros e eram muito mais que três perdidos numa noite suja.
Nina estava cansada, de fato, e de início não queria nada mais naquela noite do que um bom colchão após um papo embriagado. Mas ao ver certas possibilidades emolduradas em sua frente, no cruzar de línguas que se anunciava, o colchão ganhou novos sentidos em sua mente pervertida.
Traçou uns rumos no ar. Quase perdeu o chão. Da rua à casa alguns silêncios. Nina observava Gilberto e Anita. Seus corpos, suas curvas, os olhares. Seria inevitável come-los. Sabia.
Inventou um banho e permitiu-se o primeiro gozo, sozinha. Havia seus ritos, seriam três, então primeiro as mãos vazias. De volta à cochia, um respirar descontinuado já invadia a sala e Nina quase enlouqueceu ao ver os dedos de Gilberto a siriricar sua Anita.
Caiu de boca na buceta. E enquanto Gilberto olhava atônito as duas panteras, sentiu seu pau quase explodir em gozo, mas segurou a porra ao entender sua responsabilidade.
Nina chupava Anita e punhetava Gilberto, jogados no chão da sala, esquecidos dos quartos, dos visinhos, dos outros sentidos. Depois foi a vez da língua de Anita arrancar de Nina gemidos. Deitada no chão, sentia os verbos de sua vagina arrancados pela boca de Gilberto, enquanto Nina rebolava a buceta em sua cara.
Após gozadas intermináveis, Gilberto presenteou as duas com sua anaconda. Um pau rígido e latente revezando estocadas, enlouquecendo as panteras que se beijavam insanamente.
Terminaram a noite no raiar do dia. E conversaram felizes sobre suas ousadias enquanto combinavam a próxima rodada, a próxima noite suja.
Nina estava cansada, de fato, e de início não queria nada mais naquela noite do que um bom colchão após um papo embriagado. Mas ao ver certas possibilidades emolduradas em sua frente, no cruzar de línguas que se anunciava, o colchão ganhou novos sentidos em sua mente pervertida.
Traçou uns rumos no ar. Quase perdeu o chão. Da rua à casa alguns silêncios. Nina observava Gilberto e Anita. Seus corpos, suas curvas, os olhares. Seria inevitável come-los. Sabia.
Inventou um banho e permitiu-se o primeiro gozo, sozinha. Havia seus ritos, seriam três, então primeiro as mãos vazias. De volta à cochia, um respirar descontinuado já invadia a sala e Nina quase enlouqueceu ao ver os dedos de Gilberto a siriricar sua Anita.
Caiu de boca na buceta. E enquanto Gilberto olhava atônito as duas panteras, sentiu seu pau quase explodir em gozo, mas segurou a porra ao entender sua responsabilidade.
Nina chupava Anita e punhetava Gilberto, jogados no chão da sala, esquecidos dos quartos, dos visinhos, dos outros sentidos. Depois foi a vez da língua de Anita arrancar de Nina gemidos. Deitada no chão, sentia os verbos de sua vagina arrancados pela boca de Gilberto, enquanto Nina rebolava a buceta em sua cara.
Após gozadas intermináveis, Gilberto presenteou as duas com sua anaconda. Um pau rígido e latente revezando estocadas, enlouquecendo as panteras que se beijavam insanamente.
Terminaram a noite no raiar do dia. E conversaram felizes sobre suas ousadias enquanto combinavam a próxima rodada, a próxima noite suja.
Saudade
Havia no abraço uma saudade imensa. As bocas respiravam a mesma paixão. Percorreram alguns versos, as mesmas palavras, cumprimentos tolos a desviar os desejos. Algum sorriso. Desejos. As mãos afoitas. Desejos. Um olhar mais longo. Desejos.
Enquanto conversavam amenidades, os presentes se dispersaram e na varanda, só eles. Os corpos mais próximos, ela tentou desviar. O beijo. Um beijo intenso. Havia no beijo uma saudade imensa.
Um entrelaçar desvairado de línguas diziam que essa saudade não cessaria num instante. Os braços apertavam a cintura e ela lhe cobria a nuca com a mão espalmada, os dedos a sentir o roçar dos cabelos. Com a mão firme lhe apertou a bunda, descendo vagarosamente as mãos por entre as coxas, percorrendo sentidos. O pau duro pressionava a vulva e da vagina o néctar lhe entregava inteira.
E ainda mais intenso o beijo enquanto lhe tirava a calça. E para fora do seu short o pau já emergia. Antes da penetração abocanhou-lhe o fálico e entre chupadas firmes quase lhe arrancou o gozo. Mais que depressa resolveu o impasse, deslizando o pau duro para dentro da xoxota. E não demorou muito para que gozasse intensa, enlouquecendo-o com uma cara que ele nunca esquecia.
Enquanto conversavam amenidades, os presentes se dispersaram e na varanda, só eles. Os corpos mais próximos, ela tentou desviar. O beijo. Um beijo intenso. Havia no beijo uma saudade imensa.
Um entrelaçar desvairado de línguas diziam que essa saudade não cessaria num instante. Os braços apertavam a cintura e ela lhe cobria a nuca com a mão espalmada, os dedos a sentir o roçar dos cabelos. Com a mão firme lhe apertou a bunda, descendo vagarosamente as mãos por entre as coxas, percorrendo sentidos. O pau duro pressionava a vulva e da vagina o néctar lhe entregava inteira.
E ainda mais intenso o beijo enquanto lhe tirava a calça. E para fora do seu short o pau já emergia. Antes da penetração abocanhou-lhe o fálico e entre chupadas firmes quase lhe arrancou o gozo. Mais que depressa resolveu o impasse, deslizando o pau duro para dentro da xoxota. E não demorou muito para que gozasse intensa, enlouquecendo-o com uma cara que ele nunca esquecia.
Um Sopro na Nuca - ATO I
Nunca pegava o ônibus no mesmo horário. Era um tanto avesso às rotinas. Ariano, fogo ardente, gostava de meninos, de meninas e dos Rollings Stones. Gostava de observar pessoas. De olhar seus detalhes, os cabelos, as orelhas, as pintas, os volumes todos. De um tempo pra cá, passou a observar mais atentamente as nucas. E os pescoços masculinos... Quanto mais longos, mais lhe chamavam a atenção.
Saiu mais cedo neste dia. Pegou o ônibus das 8h e sentou no banco cativo, no meio. Perdeu os olhos no mar e seguiu viagem. Até que um perfume lhe chamou atenção. E no banco da frente estava a nuca mais bonita que já vira. Comprido, o pescoço guardava uma correntinha de prata, com um santinho jogado pra trás. A regata desenhava os ombros morenos e numa das orelhas havia um pequeno brinquinho, também prateado. Os cabelos negros um pouco ondulados, deixavam restos sobre a nuca.
Olhava extasiado. Queria ver também o rosto, se combinava com o resto. Mas precisava antes de tudo, guardar aquela nuca. Sua respiração não era mais a mesma. Num lampejo, a idéia. Tirou do bolso o celular e fingiu ver qualquer coisa, sem saber direito o que fazer. Não havia ninguém ao seu lado, mas o ônibus estava cheio. Salivava. Sua boca espreitava aquela nuca, queria pendurar-se nela, morde-la inteira, arrancar suspiros.
Desajeitado, enquadrou a nuca na tela e click! O som do celular fez com que o dono da nuca virasse o rosto, revelando perfil. Olhos grandes, sobrancelha vasta e uma boca carnuda... Não se olharam. Um frio na espinha. Olhou o celular: estava lá o vestígio que queria. Poderia se perder naquela nuca quando quisesse e seria capaz de reconhecê-la dentre milhares que visse.
Levantou os olhos. O banco vazio. Pela janela a sua nuca sumia depressa.
...
Quase um mês de expectativa e muitas outras nucas capturadas depois, eis que surge um novo encontro. Quase o mesmo horário, mesmo ônibus. Desta vez, camisa pólo e três bancos à frente.
Não pensou muito. Levantou e foi sentar ao seu lado. Sentou afoito e no esbarrar das pernas trocaram um sorriso.
- Desculpe.
- Nada. Tranqüilo.
Duas palavras. Era muito mais bonito do que revelara o perfil. O brinco prateado estava lá. O cordão não. Alguns cachos lhe escorriam pela testa e a boca, tão carnuda, fez seu pau enrijecer.
- Ta calor né?
- É...
...
- Te vejo descer sempre no Rio Vermelho. Cê trabalha por lá?
Estranhou a pergunta. Os olhos diziam muito.
- Sim - disse sorrindo. Sempre me vê é?
Os olhos riram. Um sim com a cabeça.
- Eu... gosto de sua nuca... dos seus cabelos pretos... fiz até uma foto pra não esquecer.
- Uma foto?
- É... quer ver?
Selecionou no celular a foto. Sabia que o veria novamente.
- Olha...
- Nossa! Você é um louco é? Fica fotografando nuca no ônibus?
- Não – mentiu – só a sua. E olhou bem dentro dos olhos.
...
- Quer descer comigo? Conhecer meu trabalho?
- Sério?
- Sério.
Mordeu a boca. O coração palpitava emotivo.
- O que você faz?
- Sou stripper.
- Ah, não brinca..
- Sério.
...
- Vai dançar só pra mim então? Arriscou.
- Por que não?
Desceram no ponto. Andaram um pouquinho. Entraram na casa escura e ainda vazia.
Não sabia o que fazer... Pediu que esperasse sentado numa cadeira, num salão escuro. Mistura de medo e tesão. Onde ele estava? Alisou de leve o próprio pau. Estava tão duro que sozinho abriria o zíper. Vontade de gozar da porra. Adorava mistérios.
Uma música. Um beijo na nuca. Era ele. E estava semi-nu, com uma cueca minúscula de onça, enfiada na bunda.
Saiu mais cedo neste dia. Pegou o ônibus das 8h e sentou no banco cativo, no meio. Perdeu os olhos no mar e seguiu viagem. Até que um perfume lhe chamou atenção. E no banco da frente estava a nuca mais bonita que já vira. Comprido, o pescoço guardava uma correntinha de prata, com um santinho jogado pra trás. A regata desenhava os ombros morenos e numa das orelhas havia um pequeno brinquinho, também prateado. Os cabelos negros um pouco ondulados, deixavam restos sobre a nuca.
Olhava extasiado. Queria ver também o rosto, se combinava com o resto. Mas precisava antes de tudo, guardar aquela nuca. Sua respiração não era mais a mesma. Num lampejo, a idéia. Tirou do bolso o celular e fingiu ver qualquer coisa, sem saber direito o que fazer. Não havia ninguém ao seu lado, mas o ônibus estava cheio. Salivava. Sua boca espreitava aquela nuca, queria pendurar-se nela, morde-la inteira, arrancar suspiros.
Desajeitado, enquadrou a nuca na tela e click! O som do celular fez com que o dono da nuca virasse o rosto, revelando perfil. Olhos grandes, sobrancelha vasta e uma boca carnuda... Não se olharam. Um frio na espinha. Olhou o celular: estava lá o vestígio que queria. Poderia se perder naquela nuca quando quisesse e seria capaz de reconhecê-la dentre milhares que visse.
Levantou os olhos. O banco vazio. Pela janela a sua nuca sumia depressa.
...
Quase um mês de expectativa e muitas outras nucas capturadas depois, eis que surge um novo encontro. Quase o mesmo horário, mesmo ônibus. Desta vez, camisa pólo e três bancos à frente.
Não pensou muito. Levantou e foi sentar ao seu lado. Sentou afoito e no esbarrar das pernas trocaram um sorriso.
- Desculpe.
- Nada. Tranqüilo.
Duas palavras. Era muito mais bonito do que revelara o perfil. O brinco prateado estava lá. O cordão não. Alguns cachos lhe escorriam pela testa e a boca, tão carnuda, fez seu pau enrijecer.
- Ta calor né?
- É...
...
- Te vejo descer sempre no Rio Vermelho. Cê trabalha por lá?
Estranhou a pergunta. Os olhos diziam muito.
- Sim - disse sorrindo. Sempre me vê é?
Os olhos riram. Um sim com a cabeça.
- Eu... gosto de sua nuca... dos seus cabelos pretos... fiz até uma foto pra não esquecer.
- Uma foto?
- É... quer ver?
Selecionou no celular a foto. Sabia que o veria novamente.
- Olha...
- Nossa! Você é um louco é? Fica fotografando nuca no ônibus?
- Não – mentiu – só a sua. E olhou bem dentro dos olhos.
...
- Quer descer comigo? Conhecer meu trabalho?
- Sério?
- Sério.
Mordeu a boca. O coração palpitava emotivo.
- O que você faz?
- Sou stripper.
- Ah, não brinca..
- Sério.
...
- Vai dançar só pra mim então? Arriscou.
- Por que não?
Desceram no ponto. Andaram um pouquinho. Entraram na casa escura e ainda vazia.
Não sabia o que fazer... Pediu que esperasse sentado numa cadeira, num salão escuro. Mistura de medo e tesão. Onde ele estava? Alisou de leve o próprio pau. Estava tão duro que sozinho abriria o zíper. Vontade de gozar da porra. Adorava mistérios.
Uma música. Um beijo na nuca. Era ele. E estava semi-nu, com uma cueca minúscula de onça, enfiada na bunda.
uma vez, na praia...
Certo momento de sua vida, Rebeca teve uma grande desilusão amorosa... passou a odiar os homens, a ter verdadeiro asco. Por causa disso deixou seu corpo intacto por muito tempo. Ninguém lhe causava nenhum furor... ela não se permitia.
Rebeca sempre teve grande apetite sexual... e essa abstinência lhe causa muitos sonhos eróticos durante a noite... embora quisesse abstrair seus desejos, seu corpo pulsava em sensações. Muitas noites acordava com seu clitóris latejando de tesão. Assim, confusa com seu corpo, saiu de casa e foi caminhar na praia a noite...
Sentia a brisa acariciar sua pele... era noite quente, tanto quanto a temperatura que ecoava de seus poros. Queria um banho de mar, em que pudesse se esconder e acalmar seu corpo.
A praia não estava deserta... sentados à beira do mar, quatro rapazes tocavam violão... pararam para apreciar a silhueta de Rebeca, que se despia alheia aos olhares.
Seu corpo em contato com a água soltava faíscas... desejava sexo, desejava ser possuída ali mesmo, com quem quer que fosse... começou a se tocar... nos seios, no sexo... sentia seu prazer cada vez mais crescente... Viu os rapazes catatônicos com a cena...
“Aquilo era real?”
Não se importou... hoje ela era uma puta. Uma puta qualquer. E se daria para qualquer um que saciasse seu desejo... que fizesse seu corpo estremecer... Caminhou até os rapazes... nada precisou dizer...
Puxou um que estava sentado, pelos cabelos, até sua buceta.
- Me chupa.
Um já estava a seu lado em pé... lambendo o pescoço, por baixo dos cabelos negros. Um tirava a roupa afoito, com os olhos fixos nela... O outro esfregava-se em sua bunda. E logo teve oito mãos deslizando seu corpo... quatro bocas, quatro línguas arrepiando-lhe com lambidas... quatro paus esfregando em sua pele... Os rapazes se revezavam em penetrações... Rebeca cavalgava um enquanto enfiava o pau de outro na boca, e com as mãos masturbavam os outros dois. Seu corpo estremecia em arrepios.
E comeram-lhe a buceta, o cú, chupavam seus seios... e Rebeca ali, na areia, teve todo gozo e prazer de que necessitava.
Rebeca sempre teve grande apetite sexual... e essa abstinência lhe causa muitos sonhos eróticos durante a noite... embora quisesse abstrair seus desejos, seu corpo pulsava em sensações. Muitas noites acordava com seu clitóris latejando de tesão. Assim, confusa com seu corpo, saiu de casa e foi caminhar na praia a noite...
Sentia a brisa acariciar sua pele... era noite quente, tanto quanto a temperatura que ecoava de seus poros. Queria um banho de mar, em que pudesse se esconder e acalmar seu corpo.
A praia não estava deserta... sentados à beira do mar, quatro rapazes tocavam violão... pararam para apreciar a silhueta de Rebeca, que se despia alheia aos olhares.
Seu corpo em contato com a água soltava faíscas... desejava sexo, desejava ser possuída ali mesmo, com quem quer que fosse... começou a se tocar... nos seios, no sexo... sentia seu prazer cada vez mais crescente... Viu os rapazes catatônicos com a cena...
“Aquilo era real?”
Não se importou... hoje ela era uma puta. Uma puta qualquer. E se daria para qualquer um que saciasse seu desejo... que fizesse seu corpo estremecer... Caminhou até os rapazes... nada precisou dizer...
Puxou um que estava sentado, pelos cabelos, até sua buceta.
- Me chupa.
Um já estava a seu lado em pé... lambendo o pescoço, por baixo dos cabelos negros. Um tirava a roupa afoito, com os olhos fixos nela... O outro esfregava-se em sua bunda. E logo teve oito mãos deslizando seu corpo... quatro bocas, quatro línguas arrepiando-lhe com lambidas... quatro paus esfregando em sua pele... Os rapazes se revezavam em penetrações... Rebeca cavalgava um enquanto enfiava o pau de outro na boca, e com as mãos masturbavam os outros dois. Seu corpo estremecia em arrepios.
E comeram-lhe a buceta, o cú, chupavam seus seios... e Rebeca ali, na areia, teve todo gozo e prazer de que necessitava.
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